Tenho estado realmente sumido do Idéias nos últimos tempos. Na verdade, não só do Idéias; aqui no site, minha última publicação saiu em maio desse ano e, bem, foi a republicação de uma tirinha do Malvados, no meu Fotolog a ausência é ainda maior, pois desde janeiro desse ano não dou as caras por lá.
Mesmo no Twitter, com seus microposts, eu passo pouco tempo. Farmville então!? Haha, a minha fazenda já deve estar na mira do MST, ainda mais com as proximidades das eleições 2010.
Mas, afinal, por que tamanha distância do mundo virtual?
Bem, muita coisa tem acontecido na minha vida nos últimos tempos e, felizmente, são coisas boas, mas que demandam muito tempo...
Eu não só mudei de casa, como também consegui sair de Piracicaba e voltar pra Sampa, minha tão querida e caótica cidade. Também estou em um trabalho novo, algo que demanda muito tempo, pois com a motivação e responsabilidades normalmente temos também mais trabalho. Além disso, estou montando uma casa junto com a “dona patroa” e também estamos organizando o nosso casamento: que acontece em 19 dias!
Pois antes que alguém tenha tempo de ficar surpreso com o fato de que vou casar, é melhor vocês se compadecerem, pois se já não bastasse tudo isso, eu só vou conseguir pegar as chaves do apartamento (que foi alugado e o inquilino resolveu enrolar para sair, mas essa é uma longa história...) uma mísera semana antes do casamento e tudo o que já compramos e encomendamos deverá chegar e ser montado nesse curto período de tempo.
Ah, certamente muita coisa ainda vai sobrar para ser feita depois do dia onze de setembro (por favor, nada de comemorações envolvendo aviões e torres gêmeas nessa data, ok!?), então não espero que a correria realmente diminua antes do mês de outubro, e isso sendo otimista, claro.
Mas, só para finalizar por hoje – quando surgiu um tempo milagroso! – eu simplesmente não mudaria uma vírgula do que está acontecendo, pois, apesar da correria e falta de tempo, estou realmente feliz com tudo isso!
Bom, até mais então, pois assim que o tempo voltar ao normal, eu espero poder voltar a colocar no Idéias as idéias que venho cozinhando em fogo brando em minha cabeça.
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segunda-feira, agosto 23, 2010
Vida em Mutação
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segunda-feira, julho 06, 2009
Sete Dias
Acontece que, mais uma vez, o tempo sumiu de forma inesperada e as idéias da semana não puderam ser realmente desenvolvidas. Mas como eu precisava reavaliar os acontecimentos dos últimos sete dias, vamos à lista:
Segunda, 29/06: Dia difícil, mas com a realização de uma tarefa que confirmou que estou livre. Saldo = positivo!
Terça, 30/06: Um dia que começou estressante e terminou do mesmo jeito. Definitivamente classificável como mais um dia. Saldo = Neutro.
Quarta, 01/07: Por conta de uma tal de inspeção ambiental veicular, feita apenas em veículos novos - balela! -, tive que realizar um bate volta Pira-Sampa-Pira básico. Saldo = Negativo.
Quinta, 02/07: Primeiro passar nervoso num cliente, mas isso acabou melhorando no final. Depois a notícia de que a empresa demitiu pessoas que não deveriam ter sido demitidas; inferno! Saldo = Negativo.
Sexta, 03/07: Apesar de mais um dia estressante no trabalho, ter feito a matrícula para um curso de francês salvou o dia. Saldo = Positivo.
Sábado, 04/07: Ok, ok, eu sei que acabei não indo a um aniversário, mas foi por um motivo nobilíssimo. E esse motivo fez desse dia o melhor da semana. Saldo = Positivo²!
Domingo, 05/07: Quase que uma reunião com um cliente solicitada no próprio domingo (viram como o tempo é capaz de se escafeder sem aviso?) faz com que o aniversário de 57 anos de casamento dos meus avós e uma ida ao cinema com a irmã mais nova (A Mulher Invisível é vergonhosamente sensacional!) fossem soterrados. Sorte que, apesar de cliente, o gajo é um amigo, então o dia ainda se salvou. Saldo = Positivo.
Bem, em resumo, apesar das tentativas da empresa, o saldo da semana foi extremamente positivo. Tá certo que desconfio seriamente que, graças ao sábado, o saldo final ainda seria positivo, mas... essa já é uma outra história!
Segunda, 29/06: Dia difícil, mas com a realização de uma tarefa que confirmou que estou livre. Saldo = positivo!
Terça, 30/06: Um dia que começou estressante e terminou do mesmo jeito. Definitivamente classificável como mais um dia. Saldo = Neutro.
Quarta, 01/07: Por conta de uma tal de inspeção ambiental veicular, feita apenas em veículos novos - balela! -, tive que realizar um bate volta Pira-Sampa-Pira básico. Saldo = Negativo.
Quinta, 02/07: Primeiro passar nervoso num cliente, mas isso acabou melhorando no final. Depois a notícia de que a empresa demitiu pessoas que não deveriam ter sido demitidas; inferno! Saldo = Negativo.
Sexta, 03/07: Apesar de mais um dia estressante no trabalho, ter feito a matrícula para um curso de francês salvou o dia. Saldo = Positivo.
Sábado, 04/07: Ok, ok, eu sei que acabei não indo a um aniversário, mas foi por um motivo nobilíssimo. E esse motivo fez desse dia o melhor da semana. Saldo = Positivo²!
Domingo, 05/07: Quase que uma reunião com um cliente solicitada no próprio domingo (viram como o tempo é capaz de se escafeder sem aviso?) faz com que o aniversário de 57 anos de casamento dos meus avós e uma ida ao cinema com a irmã mais nova (A Mulher Invisível é vergonhosamente sensacional!) fossem soterrados. Sorte que, apesar de cliente, o gajo é um amigo, então o dia ainda se salvou. Saldo = Positivo.
Bem, em resumo, apesar das tentativas da empresa, o saldo da semana foi extremamente positivo. Tá certo que desconfio seriamente que, graças ao sábado, o saldo final ainda seria positivo, mas... essa já é uma outra história!
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segunda-feira, junho 15, 2009
Sem Tempo, Sem Desculpas, Sem Vergonha
Pois a atual viagem a trabalho deixou-me sem tempo.
Mas isso não é exatamente uma desculpa.
Afinal, sou mesmo um sem vergonha!
Mas isso não é exatamente uma desculpa.
Afinal, sou mesmo um sem vergonha!
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domingo, junho 07, 2009
No donuts for you... Ou quase isso!
"Agendas, pra que servem afinal?"
Essa pergunta deveria ser feita para a minha empresa, para os problemas, para meus fornecedores e por aí vai... Viagens, viagens...
E, de quebra, chego e descubro que a minha máquina de lavar se comportou muito mal, ao jogar na sexta-feira toda a água do enxague (aquela última fase que decidi deixar sem acompanhamento antes de ir ao trabalho...) no chão.
Ah sim, considerando que terei que acordar amanhã as quatro e meia da manhã, imaginem como estou me divertindo nessa noite, não é mesmo?
Fora que não conseguirei escrever muito mais do que isso para amanhã, claro!
Essa pergunta deveria ser feita para a minha empresa, para os problemas, para meus fornecedores e por aí vai... Viagens, viagens...
E, de quebra, chego e descubro que a minha máquina de lavar se comportou muito mal, ao jogar na sexta-feira toda a água do enxague (aquela última fase que decidi deixar sem acompanhamento antes de ir ao trabalho...) no chão.
Ah sim, considerando que terei que acordar amanhã as quatro e meia da manhã, imaginem como estou me divertindo nessa noite, não é mesmo?
Fora que não conseguirei escrever muito mais do que isso para amanhã, claro!
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domingo, abril 05, 2009
Sem Fôlego
Que dia é hoje, tempo, não tenho tempo para descobrir isso, corre, corre, você tem que estar num aeroporto em algumas horas e ainda não dormiu, dormir apenas duas horas, será possível, sim, é possível, mas não, não por muito tempo, eu acho, mas pode ser que sim, agora uma nova cidade, do nordeste certamente, não, do sul, não do centro-oeste, na verdade eu fui de carro, então era no litoral, relativamente próximo, o lugar traz lembranças, que são vivas, mais do que vivas na verdade, mas já é hora de voltar e o trânsito me encontra, mas as notícias são escutadas no rádio, sim, notícias, novidades, também lidas, na internet, informação, mais informação e o tempo não está mais aqui, mas a cabeça não pára, não ela não pára, e o sono foi embora, definitivamente, dormir só algumas horas é a solução, atraso, sim, já me atrasei novamente, mas logo chega o final de semana, este, o que passou, o que virá, já passou, rápido, muito rápido, duas, três, cinco cuba-libres e já acabou, levantar - ironicamente - cedo nos finais de semana, assistir a corridas para acelerar ainda mais a vida, encarar a estrada, encarar um show debaixo de um Sol escaldante, mas os presentes fazem valer, ah se fazem, nossa, mal atendi ao telefone, tempo, lá se foi o tempo mais uma vez e agora, escrever, sim, eu quero escrever, mas a mente fica entorpecida com o tempo que vai e vem quando bem quer, que desaparece, encurta, afina, então estica, vem todo de uma vez, te soterra, te afoga, então de deixa cair por já não estar lá, mas faltou alguma coisa, sim, certeza que faltou, não sei bem o que é, o tempo está me ameaçando novamente então sei que se olhar para o lado, se apertar a tecla enter, se pular uma linha se parar de escrever por apenas um instante e, então, pensar, ele virá e me deixará mais uma vez perdido e angustiado por não ter dormido, mas então começa a tontura, não deixei apenas de pensar, não deixei apenas de pular linhas, eu fiz mais, sem perceber eu nem respirava.
Inspira... Respira...
E o tempo finalmente me pegou!
Notas do Editor:
1- Se alguém ficar sem ar ao ler isso, bem: essa era a idéia do Muta.
2- Apesar de ter sido proposital, temo cada vez mais por sua saúde... mental!
Inspira... Respira...
E o tempo finalmente me pegou!
Notas do Editor:
1- Se alguém ficar sem ar ao ler isso, bem: essa era a idéia do Muta.
2- Apesar de ter sido proposital, temo cada vez mais por sua saúde... mental!
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sexta-feira, abril 03, 2009
Sobre a saudade
Eu acho a palavra saudade tão bonita! Não sei se pela mística de só existir em português (ao menos foi o que sempre ouvi dizer), ou simplesmente por me passar algo bom, uma sensação gostosa.
Por mais estranho que pareça, gosto de sentir saudades. Quando sei que vou rever uma pessoa ou lugar, reviver certos momentos, e crio certa expectativa, é um sentimento que preenche a minha alma.
Não gosto, porém, de sentir saudades de pessoas que saíram da minha vida de forma repentina, com as quais não houve um desentendimento, uma briga, mas que mesmo assim você não se sente a vontade para voltar a procurar. Dá uma sensação de vazio enorme, vontade de saber como a pessoa está, como está a vida dela, se conseguiu resolver ou não determinados problemas, enfim, retomar contato com a pessoa.
Um dia desses, pensando com meus botões, me peguei divagando sobre a modernidade tecnológica na qual vivemos hoje e se a saudade que sentimos atualmente em algo se parece com aquela de 20 anos atrás, quando ainda não existiam facilidades como celular, e-mail, msn, skype, esses dois últimos, os mais próximos da realidade, na minha opinião.
Não tenho dúvidas de que através desses meios é possível amenizar a falta que se sente de alguém. Mas até que ponto funciona? A distância, maior ou menor, sempre existe, mas em muitas vezes esse é um problema contornável que acaba sendo adiado pela facilidade que a comunicação moderna nos proporciona ou pela correria o dia a dia. Quantas vezes não optamos por telefonar ou ficar conversando com alguém no MSN ou algo que valha, em vez de marcarmos um encontro real? E por mais que fiquemos horas conversando com alguém, acho que o olho no olho é insuperável. Uma boa conversa ao vivo acompanhada de uma bebidinha e uns petiscos pode ser infinitamente mais agradável.
Ao se falar em saudade, normalmente pensamos em pessoas. Mas esse é um sentimento que ultrapassa a barreira do contato humano. Sente-se saudades de lugares onde já vivemos ou nos quais passamos um período curto, mas inesquecível. Sente-se saudade de cheiros que trazem lembranças, seja de um perfume ou de uma comida. Sente-se saudades de algum prato ou quitute que sabemos que nunca mais comeremos. As saudades que músicas podem trazer são infindáveis. É possível até sentir saudade de um emprego, seja pelo fato do atual não ser tão interessante, ou por não existir um atual. Mas aquela que me dói mais é a saudade de um tempo que não volta, quando não tinha muito com o que me preocupar, nada muito sério no que pensar.
Para uma pessoa confessamente nostálgica como eu, a saudade está por todo lado. Porém, não se manifesta em tempo integral. Ela fica quietinha, adormecida, até que algo pode fazer ela se manifestar, de maneira alegre ou não.
Tenho saudades ...
... do perfume que usava quando passei férias na Europa. Posso até comprar outro, mas o cheiro dele nunca mais será o mesmo.
... do risoto de lula e brócolis que uma antiga empregada fazia. Mesmo que coma um muito bom, não vai ter aquele gostinho especial que esse tinha.
... de dezenas de pessoas que deixei no Rio ou que estão aqui mesmo em São Paulo, mas não fazem mais parte da minha vida.
... do apartamento onde morei no Rio por quase 15 anos e do qual tenho inúmeras memórias.
... de andanças pelas manhãs de sábado que fazia com a minha irmã nas ruas badaladas de São Paulo.
... dos meus felinos que morreram, mesmo tendo outros dois lindos em casa atualmente.
... de um estágio que me permitia ir almoçar em casa todo dia e ainda tirar um cochilo depois.
... de quando fazia aula de espanhol com a minha irmã e nos divertíamos horrores.
... de quando meu pai me deixava no colégio num fusca bicolor que nos envergonhava e ele ainda gritava de sacanagem pra não fumar maconha.
... das baladas rock’n’roll que fazia com 3 amigas num bar de São Paulo.
E por aí vai... Mas, infelizmente nada disso vai voltar a acontecer, o que me deixa um pouco melancólica se começar a pensar no assunto. Algumas dessas lembranças podem até voltar a fazer parte do presente, mas nunca mais da mesma forma, carregando o mesmo peso, o mesmo significado que tinham quando aconteceram.
E você, do que tem saudades?
Por mais estranho que pareça, gosto de sentir saudades. Quando sei que vou rever uma pessoa ou lugar, reviver certos momentos, e crio certa expectativa, é um sentimento que preenche a minha alma.
Não gosto, porém, de sentir saudades de pessoas que saíram da minha vida de forma repentina, com as quais não houve um desentendimento, uma briga, mas que mesmo assim você não se sente a vontade para voltar a procurar. Dá uma sensação de vazio enorme, vontade de saber como a pessoa está, como está a vida dela, se conseguiu resolver ou não determinados problemas, enfim, retomar contato com a pessoa.
Um dia desses, pensando com meus botões, me peguei divagando sobre a modernidade tecnológica na qual vivemos hoje e se a saudade que sentimos atualmente em algo se parece com aquela de 20 anos atrás, quando ainda não existiam facilidades como celular, e-mail, msn, skype, esses dois últimos, os mais próximos da realidade, na minha opinião.
Não tenho dúvidas de que através desses meios é possível amenizar a falta que se sente de alguém. Mas até que ponto funciona? A distância, maior ou menor, sempre existe, mas em muitas vezes esse é um problema contornável que acaba sendo adiado pela facilidade que a comunicação moderna nos proporciona ou pela correria o dia a dia. Quantas vezes não optamos por telefonar ou ficar conversando com alguém no MSN ou algo que valha, em vez de marcarmos um encontro real? E por mais que fiquemos horas conversando com alguém, acho que o olho no olho é insuperável. Uma boa conversa ao vivo acompanhada de uma bebidinha e uns petiscos pode ser infinitamente mais agradável.
Ao se falar em saudade, normalmente pensamos em pessoas. Mas esse é um sentimento que ultrapassa a barreira do contato humano. Sente-se saudades de lugares onde já vivemos ou nos quais passamos um período curto, mas inesquecível. Sente-se saudade de cheiros que trazem lembranças, seja de um perfume ou de uma comida. Sente-se saudades de algum prato ou quitute que sabemos que nunca mais comeremos. As saudades que músicas podem trazer são infindáveis. É possível até sentir saudade de um emprego, seja pelo fato do atual não ser tão interessante, ou por não existir um atual. Mas aquela que me dói mais é a saudade de um tempo que não volta, quando não tinha muito com o que me preocupar, nada muito sério no que pensar.
Para uma pessoa confessamente nostálgica como eu, a saudade está por todo lado. Porém, não se manifesta em tempo integral. Ela fica quietinha, adormecida, até que algo pode fazer ela se manifestar, de maneira alegre ou não.
Tenho saudades ...
... do perfume que usava quando passei férias na Europa. Posso até comprar outro, mas o cheiro dele nunca mais será o mesmo.
... do risoto de lula e brócolis que uma antiga empregada fazia. Mesmo que coma um muito bom, não vai ter aquele gostinho especial que esse tinha.
... de dezenas de pessoas que deixei no Rio ou que estão aqui mesmo em São Paulo, mas não fazem mais parte da minha vida.
... do apartamento onde morei no Rio por quase 15 anos e do qual tenho inúmeras memórias.
... de andanças pelas manhãs de sábado que fazia com a minha irmã nas ruas badaladas de São Paulo.
... dos meus felinos que morreram, mesmo tendo outros dois lindos em casa atualmente.
... de um estágio que me permitia ir almoçar em casa todo dia e ainda tirar um cochilo depois.
... de quando fazia aula de espanhol com a minha irmã e nos divertíamos horrores.
... de quando meu pai me deixava no colégio num fusca bicolor que nos envergonhava e ele ainda gritava de sacanagem pra não fumar maconha.
... das baladas rock’n’roll que fazia com 3 amigas num bar de São Paulo.
E por aí vai... Mas, infelizmente nada disso vai voltar a acontecer, o que me deixa um pouco melancólica se começar a pensar no assunto. Algumas dessas lembranças podem até voltar a fazer parte do presente, mas nunca mais da mesma forma, carregando o mesmo peso, o mesmo significado que tinham quando aconteceram.
E você, do que tem saudades?
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